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quarta-feira, agosto 23, 2017

sugar

you know better by now than to eat sugar.
you know how lethargic you get and how drugged up you feel. it appears now, even in small dosis.

you ARE still doing fine. so fine! more foccused and more able to say right from wrong when it's about your compulsatory eating.

it's ok if you indulged yourself now.
it's ok. just don't do it again tomorrow. don't be a child, take responsibility for your choices.

for your body, your health and your principles that you carelessly chose to ignore, just to selfishly eat a piece of chocolate.

but you're doing good.
i'm not gonna be hard on you. more like the opposite; i'm gonna CHOOSE to be gentil with you us.

lemme hug you, ms. s.



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funny enough, i just found a draft here about the same sensation:


"I feel drugged up.

My eyes are now only able to move slowly, my heart is racing and I feel out of place because of the high amount of sugar I've been
consuming all day.


I actually never been drugged up in life, but I've seen those people in the movies and I feel like them.

(...)"

segunda-feira, agosto 04, 2014

Sabores

Eu disse pra vocês. E eu não disse da boca pra fora. Depois de algum tempo se reeducando, quando você vai provar aquela comida maravilhosa, ela já não tem o mesmo sabor — De novo, não vale pra tudo, fique atento.

Desde que terminei o desafio dos dias sem jacar, tenho reexperimentado várias coisas. Deixa eu ver se consigo listar tudo que andei comendo até escrever esse post: doce de leite, beijinho, cachorro-quente, brigadeiro, risole de camarão, guaraná natural, mini salgadinhos fritos, lasanha congelada. Acho que foi isso.

Bom, vamos lá. O doce de leite eu já havia dito que não gostei. O beijinho estava maravilhoso! Beijinho de panela — meia lata de leite condensado e coco ralado. Maravilhoso. Mas me fez muito mal! Meia hora depois, já não existia vestígio dele em mim, vamos dizer assim. O danado me causou tanta cólica que, só se eu não fosse safada, teria parado por ali. Mas não. Era o décimo sexto dia, do post passado — eu estava extravasando. Mais tarde, fui fazer cachorro-quente. Logo após ter lido um pouco mais sobre nitrito e nitrato de sódio e seu potencial cancerígeno. O cachorro-quente estava normal. Não é uma coisa que eu ame muito, só mais uma gordice. Comi duas salsichas em um pão comprido próprio de cachorro-quente.

No dia seguinte, ainda me encarava, de dentro da geladeira, uma lata de leite condensado pela metade. Leite Moça, devo destacar a gostosura. Quis logo terminar com aquilo. Peguei a danada, juntei duas ou três colheres de achocolatado e me fiz um brigadeiro. Sem-graça! Demais. Papa de chocolate. Mingau. Não sei se foi a falta da manteiga... não sei. Mas provavelmente não, porque já fiz muito brigadeiro sem manteiga e me deliciava. Pois bem, não foi agradável. Ruim mesmo. Torcia a colheradas pra acabar.

Já era outro dia e eu havia ido me pesar. O peso continua exatamente o mesmo da semana passada — e eu só pude ficar agradecida por isso, visto que, ali, já tinha atacado tudo que citei acima.

Ainda no "me permitindo", sambando na cara do perigo, fui até minha loja de lanches favorita e peguei meu pedido de sempre: risole de camarão com guaraná natural da casa. "Hmm... o que houve aqui? Esse risole está meio salgado, não está? Deixa eu beber um pouco de guaraná..." — E quase engasgo em tanto açúcar. Não vou negar que estavam gostosos, dentro do possível. Afinal, era minha combinação preferida. Mas nem de longe era a gostosura de antes. Eram dois extremos tão intensos! O salgado, muito salgado e o refresco, muito, muito doce. "Eu adorava esse guaraná! Costumava pedir o copo maior! É sério isso?"— É.

Depois de todas essas experiências meio frustradas, insisti e comprei uma porção de mini salgadinhos fritos. Não estava nem aí, tá percebendo? Haha. Felizona da vida. Os salgadinhos... nhe... meh. Nada demais. Salgados, também. Nenhum prazer neles.

E, pra terminar, hoje almocei lasanha congelada. Fiz até um post sobre ela no instagram. Gostosa? Eu diria que "ok". Nada demais, também. Comeria 3/4 dessa lasanha no passado. Pra ser educada. Comeria tudo, se me deixassem. Ainda hoje, achei que comeria a metade. Que nada! Resisti e me servi apenas com 1/4 e me sinto saciada. O que me deixa muito feliz. :D

Engraçado que, dias atrás — entre uma jaca consciente e outra, planejando a próxima refeição, me peguei desejando comida saudável. "Ah... pizza dormida de café da manhã? Ah, não, quero uma panquequinha de aveia com morangos!" — Era tipo isso. Me surpreendi. Foi engraçado e satisfatório ver a nova eu mostrando a cara, marcando território, batendo o pé.

É incrível como a gente muda. Nosso paladar muda. Tudo muda. Até nosso organismo muda e reclama nas nossas escapadas. — Foi o caso do beijinho, a primeira grande gordice após 15 dias comendo pouco açúcar, pouco sal, pouquíssima gordura. O corpo se acostuma. Mais rápido, até, que a cabeça. Você fica aí lutando pra não pensar naquele x-tudo, naquele pedaço de torta, quando o corpo mesmo, não está nem aí mais. Já não sente a menor falta.

SIM, se a gente se reeducar, se adaptar, dá. Se a gente insiste, a gente se acostuma e o processo, logo, logo, se torna mais fácil. :)

terça-feira, julho 15, 2014

Foco, força e... jaca.

Foco: palavra que está danada. Amaldiçoada. Estragada. Você fala "foco" e eu já imagino uma hashtag antes da palavra, seguido de um selfie de uma maromba escrota no espelho da academia. #focoforçaefé  Meu ovo, maromba escrota!

Acontece que, na realidade e ignorando as marombas irritantes, foco é, mais que uma hashtag, uma palavra pra se levar pra vida.

Nessa longa e contínua estrada da perda de peso, foco é a palavra. Foco é o estilo, o meio, a saída. Você deve, mesmo, respirar foco. Foco exige concentração... ou foco é concentração? Foco se mistura com força de vontade. Sem foco, tudo danado. Focar não é fácil e se manter focado é pior ainda.

Quando tive contato com o foco, soube. Era um sentimento forte e, até, de equilíbrio. É como estar em cima de uma corda bamba, presa entre dois arranha-céus, com toda uma cidade lá embaixo. A coisa é braba.

É preciso muito foco pra dizer não pras comidas que falam mais forte com você e pra todos os desvios que você pode cometer nesse período.

E, falando em desvios, nós também temos uma palavrinha irritante pra isso: jaca, do verbo jacar. :)

Não sei se é meu lado underground que grita com essas palhaçadas mainstreamnidades, com o perdão da criação da palavra, mas essas palavras-moda, que estão em todos os perfis do Instagram, ugh, me embrulham um pouco. Até mais que um pouco.

Diferente de "foco", "jaca" não tem perdão algum da minha parte. Escroto e só escroto. Entretanto, de uns dias pra cá, acredito que depois que o Brasil ficou fora da Copa e todos se desesperaram com as comilanças feitas em prol dos gols, tenho visto muitas pessoas no Instagram se lançando um desafio: "15 dias sem jacar" Ahhhh, e eu adoro um desafio!

Adoro desafios, não só de curtos prazos, não só fáceis. Já me meti em cada um... que fica pra outro dia contar. Desde que vi o #15diassemjacar, achei interessante. O problema é que eu estava com receio de tentar ESSE desafio. Afinal, se é pra usar a palavra, eu passei a minha vida sendo a Rainha Jaca  tudo o que eu comia era "jaca"  e é absolutamente normal que eu "jaque" (e o verbo vai sendo conjugado...) de vez em quando. De vez em sempre. De vez em bastante, mais do que deveria.

Estou me reeducando, mas posso dizer que, em todas as semanas, arrumei um espacinho pra uma fatiazinha de bolo... quem sabe até 3? Arrumei espaço pra um chocolatinho, uns biscoitos recheados (3.. 6, enquanto antes era o pacote todo  o que dá mais de, pasmem, 1000 calorias!) e até uns biscoitos Maizena (no caso, meio pacote enquanto antes era um pacote inteiro). Então, com todas essas mordomias e indulgências que eu mesma venho me concedendo com o passar das semanas, 15 dias regrados... bem, me dói! É isso. Não é que é não vou conseguir, se tentar. É que não quero abrir mão das indulgências!

Pois bem, não deveria ser assim. Está aberta a temporada regrada: 15 dias sem jacar! Vou tentar postar todas as refeições lá no Instagram  Às vezes falta saco. Uma boa de postar todas as refeições é pensar bem antes de comer algo torto, gordo.

Conclusão: Vai ver as palavras toscas estão aí pra nos ajudar.

E, antes de ir, deixe-me atualizar vocês: Eu peso 135 kgs! :D Não completou os 4kgs da meta de uns posts atrás, mas também não completou um mês. Felicidade enorme  sem falar no bem-estar e na autoestima lá em cima  quando vi o número lindo na balança! Corri aqui pro blog pra atualizar a bonequinha caminhante ali embaixo. :)

sábado, junho 28, 2014

A hora do doce

Eu sempre fui chocólatra. Paçocólatra. Sorvetólatra. Pudimzólatra. Pavêzólatra. Bombonzólatra! E a lista poderia continuar indefinidamente.

No caminho da escola, eu sempre comprava um picolé galak, que na época me custava apenas um realzinho. Na merenda, um chocolatinho. Depois do almoço? Mas é claro, um docinho! Era regra. Fora os doces que não tinham lá tanta sensação de doce sobremesa, tipo os biscoitos recheados e os refrigerantes, eu passei todos os meus dias comendo doces. Vinte e poucos anos depois, meus dentes estariam ótimos, mas meu corpo não.

Eu estou reeducando a minha alimentação há seis meses. E o que tenho feito com a maldita, desgraçada, quase impossível de resistir, vontade de doce?

A hora do doce, meu pior momento de necessidade, é depois do almoço. Como sobreviver ao pós-almoço? Conta o tempo. Espera meia hora, depois mais meia... A vontade vai passando, a URGÊNCIA vai aliviando.

No comecinho de tudo, meu primeiro mês, onde perdi já 5kgs, foi ótimo! Eu estava super regrada. De doce, eu tinha o chá vermelho instantâneo adoçado e a banana. E só isso que eu me lembre. A banana foi uma maravilha pra controlar a vontade de doce! Com o passar dos meses, confesso, venho fraquejando. De vez em quando como fatias de bolos feitos com farinha branca, chocolates, docinhos de abóbora... Não vale nem a pena continuar a lista pra não causar vontade nem em você, nem em mim. Mas, o importante, é saber se adaptar.

Existem dias de fraqueza e existem dias de recomeço, onde toda a força de vontade tá toda do seu lado.

Existem, sim, dias que você vai precisar daquele docinho. Pra isso, existem opções bacanas de substituição. Tem o mousse de iogurte que é delicioso! Tem panqueca de banana com mel por cima. Tem bolinho de banana de microondas, com farinha de aveia, que é sensacional.

E existem, também, momentos que você não precisa realmente de um docinho. São aqueles momentos que, com um pouquinho de força de vontade - muita força, muita vontade - você consegue se dizer NÃO e, pronto, finalmente partir pra repousar a cabeça em outro lugar.
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